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Lições de Sade, ensaios sobre a imaginação libertina


Josiane Orvatich *
*Eliane Robert Moraes é crítica literária e professora titular de Estética e Literatura da PUC-SP e do Centro Universitário Senac-SP, publicou, entre outros livros, Sade – A felicidade libertina e O corpo impossível – A decomposição da figura humana: de Lautréamont a Bataille. Seu mais recente ensaio sobre o imaginário erótico na literatura vem, com a elegância e profundidade constantes de sua obra, reunir quase vinte anos de pesquisas sobre o Marquês de Sade, priorizando a imaginação e a fantasia de sua “ficção indomável”.

Diversos textos compõem suas Lições de Sade que, não por acaso, começam e terminam com o tema das relações entre o Marquês e seus leitores. Mais que perguntar-se sobre o que Sade nos ensinaria, ou ainda, que lições teríamos de autor tão incorreto, Eliane percorre a fundo a relação do autor com os textos, iniciando por sua particular paixão pela leitura e pelos livros. O Marquês, ávido leitor, é preciso destacar como nos recomenda Eliane, ainda divertia-se com as cifras que inventava para as cartas que escrevia de dentro das prisões por onde passou. Mais que prevenir-se contra seus possíveis inimigos, o Marquês desejava embrenhar-se num mundo de números e códigos, cujos sinais a serem decifrados o levavam ao mundo particular de sua imaginação. A relação com os textos será, nestes ensaios, privilegiada sobre qualquer tentativa de categorizar psicologicamente ou sociologizar sua obra.

Dois pontos devem ser destacados como chaves de leitura propostas pela autora: o favorecimento do mundo da imaginação em Sade – afastando-se de leituras facilitadoras que teriam pré-concebidos conceitos sobre o Marquês, como por exemplo o sadismo; e, ao debruçar-se sobre o universo deste faminto e guloso autor-leitor que foi Sade, investigar a existência de um leitor ideal desejado pelo Marquês, capaz de mergulhar em sua imaginação impossível e extrair dela o que a ele mais importava: uma filosofia lúbrica, em que o corpo não fosse separado das idéias, e em que o homem não fosse cindido. Este homem inteiro que não nega suas paixões, mas serve-se delas como com quem consulta um cardápio – o próprio cardápio dos 120 dias, do qual podemos escolher o que mais nos apetece – é seu leitor ideal, o filósofo.

O filósofo capaz de dizer tudo, ou ainda, que parte de uma “filosofia que deva dizer tudo”, é convidado por Sade à cena para que sejam libertinos, afirma Eliane contrapondo-se à leitura de Simone de Beauvoir que aponta a desconfortável e rebaixada posição das vítimas. O filósofo libertino e sua visão ousada, ou de “alma ousada”, somente ele seria capaz de ter o privilégio de ser seu leitor, adentrando, como sugere Eliane ao citar Annie Le Brun, o castelo de Silling – protótipo do universo sadiano - para ali desequilibrar-se infinitamente.

Neste desequilíbrio da violência erótica ao qual somos atirados ao ler Sade é que devemos permanecer para que a própria literatura não se torne por demais inofensiva. Eliane abre seu livro de ensaios tentando identificar este possível leitor ideal de Sade e encerra com artigo sobre o papel da literatura e seus efeitos sobre os leitores. A leitura é, portanto, ponto de partida e chegada das reflexões acerca do Marquês, desde sua própria condição de leitor assíduo até nós, seus leitores. Questão fundamental para se entender o lugar que sua literatura ocupou até então, do ostracismo e censura ao endeusamento surrealista.

Partindo da necessidade de certa identificação autor-leitor, ambos filósofos de almas ousadas, Eliane debruça-se sobre a obra de Sade privilegiando o acesso ao seu texto pela via da imaginação e fantasia como espaços criados do devaneio. Investigando os laços de Sade com seu tempo, confrontará seus escritos aos do roman noir, febre gótica dos fins do século XVIII, aproximará a leitura fascinada dos surrealistas e rejeitará a interpretação foucaultiana que, segundo Eliane, enclausura os textos de Sade, aprisionando-o a seu tempo, como fato cultural datado. Mais próxima de sua visão sobre a imaginação sadiana estariam Barthes, Blanchot e Bataille que interpretam o claustro real do libertino à luz de uma liberdade que daí brota, afastando-se de qualquer condição social ou freio moral.

Todas estas tarefas esboçadas acima recebem no livro uma ordem, ou antes, uma divisão que nos possibilita uma maior proximidade com as idéias do Marquês e nos permite olhar mais de perto estas questões. O livro está organizado em três partes, a primeira, Interpretações, teria como objeto central, segundo a própria autora, percorrer a obra de Sade e algumas questões de sua biografia que construam “seu notável domínio da fantasia sem o qual a libertinagem sadiana ficaria privada de sentido”. A segunda parte, Contexto, nos apresenta um percurso histórico que contextualiza a obra do autor e o “gênero do deboche”, relacionando-os à libertinagem setecentista. A última parte do volume, intitulada Repercussões, discute a recepção da obra de Sade desde sua época até os dias de hoje.

Encontramos na primeira parte do livro, as Interpretações, uma investigação teórica acerca do Marquês que justifica sua exigência de que seria “preciso muita filosofia para me compreender...”. E é a partir desta concepção filosófica de um autor-leitor erudito que Eliane interpreta as implicações de sua filosofia lúbrica. Filosofia que ameaça nossa humanidade e que, portanto, de início provoca repulsa, segundo Barthes, mas que exige coragem para tomar o lugar sugerido por Sade, o de libertinos. É neste momento que Eliane discorda de Simone de Beauvoir por afirmar ser difícil compartilhar de um pensamento que deseja nossa morte e sujeição. Eliane defende o convite feito por Sade a almas ousadas, plenas de muita filosofia, para permitir-se aprofundar neste universo desconhecido da imaginação e da violência erótica.

Este universo tão temido iniciou-se como texto pela obra Dialogue entre um prête et um moribond, escrito em 1782 na prisão de Vincennes. Nele Sade já apresenta temas caros a toda sua filosofia, o ateísmo e o materialismo. Transformando em alcova lúbrica uma câmara mortuária, afirma Eliane, Sade estréia na literatura sem nenhuma timidez de principiante. Em sintonia com o espírito anti-religioso do fim do século XVIII, Sade através de seu personagem moribundo defende o materialismo e a inexistência de Deus até o fim, este morrendo como viveu. A autora cita a Carta sobre os cegos de Diderot, do mesmo período, em que o matemático, personagem da carta, do mesmo modo argumenta sobre a morte de Deus, sem temer a própria morte, inserindo Sade neste movimento que culmina com o iluminismo.

O diferencial do texto sadiano, ainda que mergulhado neste espírito da época, é trazer a novidade da experiência, o que implica em pelo menos duas características de sua filosofia: o status da experiência alcança o status do pensamento, ou seja, “tanto a corrupção do corpo por meio das idéias quanto a corrupção das idéias por meio do corpo”, o que leva o padre a ceder à orgia no fim do conto, confirmando a teia que se forma entre ateísmo, afirmação do corpo e desamparo humano. A segunda implicação reside neste desamparo que se supera pelos prazeres do corpo e não por sua mortificação. A relação teoria-prática, prazeres soberanos-materialismo (“hoje homem, amanhã verme”) permeia toda a obra de Sade, levando-nos imediatamente a pensar em sua outra estréia nada tímida, agora no romance, Os 120 dias de Sodoma, cujas bases filosóficas estarão alicerçadas no excesso dos prazeres, vinculados a este princípio materialista capaz de “perpetuar o homem no universo”. Ou ainda podemos pensar em A filosofia na alcova, cuja volúpia descrita reforça a idéia de unidade corpo e alma, exploração dos prazeres até suas “derradeiras potencialidades” ou no “desregramento dos sentidos” como única forma de imortalidade da matéria, como esclarece Eliane.

Diante de toda essa filosofia lúbrica, como haver espaço para o amor, ápice da individualidade do desejo, como descreveu Barthes em Fragmentos de um discurso amoroso? Para responder a esta questão Eliane investiga um outro Sade que, talvez, seja o mesmo Sade, sempre ligado aos vícios, mas que nos apresenta agora Os crimes do amor. Mesmo aqueles que cuidam para dissociar Sade do sadismo, afirma Eliane, sabem que a radicalidade de sua obra está em aliar erotismo e crueldade. Que Sade é este, então, que nos traz textos sem descrições obscenas ou de suplícios, ou ainda sem discursos que justifiquem o crime? Momento de concordar com Simone de Beauvoir, Eliane a cita: “não é pela crueldade que se realiza o erotismo de Sade; é pela literatura”. Mais que “apologista do crime” ou “filósofo do mal”, resgata-se aqui o homem de letras que Sade sempre afirmou ser, completa a autora. Neste contexto, Eliane percorre a escrita de Sade para inseri-lo numa tradição literária que vai desde o gênero novela, bastante comum a partir da segunda metade do século XVII e adotado por Sade em muitos momentos, passando por seu diálogo com o roman noir e sua atmosfera sombria até sua relação com as narrativas de As mil e uma noites.

A complexidade das referências literárias e sua tradição, encontradas nos textos de Sade, remetem uma vez mais à erudição do autor e nos coloca diante de sua habilidade como escritor. Este é o ponto em que insiste Eliane para que possamos desvendar o possível mistério desses crimes do amor. Como escritor disposto a desvendar o homem tal como é “o escritor se permite excursionar com liberdade por regiões interditadas ao filósofo”. O homem de letras e o escritor se impõem ao filósofo, e aqui, para além de sua filosofia do mal, Sade escreve sobre o homem diante de suas maiores fraquezas, o amor e a religião, este o sentido de seus Crimes, menos cruéis fisicamente, mas nem por isso com “dor menos pungente”.

Talvez fosse interessante nos ater um pouco mais nesse mergulho da tradição literária em Sade no que diz respeito ao roman noir. Em vários momentos Eliane aponta a relevância dos laços de Sade com este movimento, além de contextualizar historicamente os textos do autor, preocupação sempre presente nos ensaios da autora. Cabe observar, ainda uma vez, que sua contextualização de Sade, tanto em relação ao “gênero do deboche” e da libertinagem, quanto em relação aos movimentos literários nunca se aproximam da leitura foucaultiana que aprisiona Sade em seu tempo, interpretando-o, como afirma a autora, como “homem reduzido ao silêncio” e ao confinamento, expressão do grande enclausuramento de sua época. Sua contextualização sempre privilegia a leitura da imaginação, tendo a literatura como lugar do ilimitado, de “um outro mundo” que não passe necessariamente por uma rede de poder que tudo absorve. A ficção do impossível, escrita pelo Marquês, não deve prestar contas a ninguém em seu mundo imaginário, conclui Eliane.

O roman noir teria sua certidão de nascimento com o livro O castelo de Otranto, escrito em 1765, por Sir Horace Walpole, inicialmente publicado sob pseudônimo e afirmado como manuscrito medieval italiano. Seu conteúdo seria o que hoje chamaríamos de clássico e até caricato romance de terror, tendo como cenário o castelo hostil e solitário, de corredores imensos, quartos frios, escadas em caracol, subterrâneos ocultos, esqueletos e barulhos de chaves, tempestades e portas rangendo e cujos personagens consistiam em uma bela e inocente heroína, perseguida pelo vilão e salva pelo herói.

Eliane narra as características destes romances seguindo de perto as descrições feitas por Howard Phillips Lovecraft para inserir em meio ao triunfo da razão iluminista, centro solar e metáfora da luz da época, esse gênero que surge extremamente popular em meio à Revolução Francesa. Também chamado de genre sombre, genre anglais, gênero gótico ou simplesmente o conto de terror, alcançou grande sucesso junto ao público, popularizando outros autores, muitos anônimos, e outros como Ann Radcliff, Mathew Gregory Lewis, Charles Maturin e ainda Bram Stocker como gótico tardio.

Estabelecendo o “mito noturno” do imaginário, como afirma Annie Le Brun citada por Eliane, o roman noir é reflexão sobre a violência instaurada em meio à Revolução e capaz de dar voz às individualidades constrangidas e acuadas diante da política da época. Sade aparece aqui, continua a autora, para transbordar “e levar ao extremo” este mito noturno que aprova a violência individual, mas não deixa de ser político na medida em que recusa o homicídio constitucional generalizado da Revolução. Jean Fabre irá afirmar que havia “sadismo” aflorando por todos os lados, só lhes faltava mesmo um Sade. Eliane irá completar considerando que esta literatura veio revelar o lado obscuro da razão revolucionária e iluminista.
Ainda concernente ao roman noir, em sua extrema popularidade coincidente com um mercado editorial que se consolidava pelo gênero folhetinesco, as acusações de plágio eram inúmeras, tendo o próprio Marquês recorrido a ela, reivindicando sua originalidade. Para além das controvérsias da cópia – já que o próprio Walpole afirmou ter plagiado Shakespeare, e a partir daí vários autores escreviam sobre o mesmo mote, inclusive Sade – Eliane vem reforçar a idéia de um imaginário noturno da época, mais que plágio, um “sonho coletivo”, uma atmosfera onírica que tanto agradou aos surrealistas. Surrealistas estes, responsáveis pela divinização do Marquês depois de anos de censura e ostracismo. E isto já diz respeito às Repercussões descritas por Eliane.

Entre as mais famosas repercussões do “enigma Sade” está a dos surrealistas. Fizeram de Sade praticamente um antecipador do movimento, levando André Breton a dizer que “Sade é surrealista no sadismo”. A leitura surrealista de Sade, afirma Eliane, paira sobre questões como a onipotência do desejo, o imaginário erótico e o vínculo entre erotismo e liberdade. Eliane adverte, entretanto, que, mesmo os surrealistas tendo sido em grande parte responsáveis pela saída de Sade do ostracismo, outros leitores importantes já haviam revelado seu gosto por Sade, como Flaubert, Stendhal, Balzac, Chateaubriand e Lamartine, por exemplo.

Ainda assim, a “divinização” do Marquês, veio mesmo com o século XX pelas mãos de Guillaume Apollinaire, em 1909, ao publicar escritos e uma biografia de Sade. A partir daí Sade ganhou lugar de honra na modernidade. Tornou-se referência para Artaud, Klossowski, Magritte, Salvador Dali, André Masson, Bataille, Michel Leiris, Robert Desnos, Octavio Paz, entre muitos outros. Ganhou pelo menos outras três biografias, de Maurice Heine, Gilbert Lély e Jean-Jacques Pauvert, este respondendo a um processo na justiça francesa na época em que publicou a obra completa do autor. Bataille afirmou que, se foi possível ao homem penetrar na consciência do significado da transgressão, foi porque Sade nos preparou o caminho e, com isso, abriu-nos ao mais assustador: “aquilo que mais violentamente nos revolta está em nós mesmos”.

Eliane investiga os temas abertos pelos estudos de Sade e trazidos à luz pelos surrealistas perpassando a questão do materialismo, com tônica acentuada na rejeição do primado do homem como referência, acentuando as modificações da matéria e as metamorfoses que desfazem a figura humana para darem lugar a formas monstruosas e ameaçadoras. Imagens do mal, fascínio angustiante são alguns dos elementos que sobressaem na leitura do Marquês, tornando-se meio de subversão.

A partir destas leituras e do próprio julgamento de Pauvert, Eliane encerra seus ensaios refletindo sobre a suposta inocência ou culpabilidade da literatura, como já havíamos enunciado no início deste texto. Ela se pergunta, afinal, “que tipo de subversão esse tipo de literatura (...) propõe para quem lê?” Ou ainda, que tipo de pensamento parte de transgressões fundamentais do homem, como incesto, tortura e assassinato? Enfim, se interroga sobre essa literatura que encerra em si mesma imagens e representações do mal - e aqui ela se refere não somente a Sade, mas invoca a própria literatura batailliana.

Eliane aponta três leituras sobre esse suposto perigo. Roger Shattuck condena a literatura sadiana por apresentar, sim, perigo aos leitores, sendo sua concepção a de um leitor passivo diante de um texto ativo, capaz de ativar “fantasmas adormecidos”. Na contramão dessa concepção estão citados pela autora Octavio Paz, Maurice Heine e Henry Miller, afirmando a passividade ou inocência dos textos, estando os perigos concentrados na atividade ou “paixão” dos leitores. Uma terceira concepção, compartilhada por Eliane, seria a de Georges Bataille que, reconhecendo os perigos da literatura e como tal devendo esta se declarar “culpada”, aponta para uma parceria entre leitor e escritor, ou leitor e texto. Há entre os dois uma “cumplicidade no conhecimento do mal”, Eliane cita Bataille e, nesta cumplicidade, se dá o risco de assumir a parceria, construindo-se, como leitor ativo, durante a leitura, como sujeito do conhecimento.

Vale lembrar aqui o primeiro ensaio deste volume de Lições em que os leitores são convidados a serem ousados, a mergulharem numa filosofia capaz de dizer tudo – Bataille aponta para a inorganicidade do texto que, portanto, pode dizer tudo, mas que, justamente por isso torna-se perigoso ou transgressor. O esboço do leitor ideal de Sade, em sintonia com a obra, mas ao mesmo tempo preparado para o desconhecido, para o mergulho desconcertante e consciente do perigo, este é o convidado do Marquês, como nos mostra Eliane.

Nas repercussões a autora percorre ainda a leitura perversa dos médicos oitocentistas, a “fantasia raciocinante” de Sade por Octavio Paz, a particularidade e intimidade da leitura de Barthes, entre outras. Sem citar os inúmeros estudos sobre Sade que Eliane traz ao longo de seu texto e a sempre pontual e cuidadosa contextualização histórica da época do Marquês, iluminando seu tempo, sem apagar sua singularidade.

Irrelevante dizer o quanto é tarefa impossível dar conta do conteúdo de livro tão repleto de “delicadeza e rigor”, de autora tão erudita quanto o autor que aborda, esperando com isso estar instigando e convidando os leitores para este delicioso volume de ensaios, pleno de filosofia e desafiadoras lições lúbricas.

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